A Banda de Poi web non oficial

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Corría o ano 2001 e já o Pony e o Anjo arelabam fazer umha banda de rock galego-portuguesa. Mas só era um sonho, porque o problema era achar um cantante á altura do projecto, cousa que semelhaba muito complicada.
Tinhan que passar tres anos para que acontecera.
Em Janeiro de 2003, aínda baixo os efeitos do “Prestigue”, Tonhito de Poi e Anjo Maciel reúnem-se coa intemçom de fazer o necessário. Falam có Pony e o Topo da Gama em Leça da Palmeira e naquela reuniom fica definido o projecto. Máis tarde aderiram-se a Banda de Poi, Cláudio Figueiredo (ano 2004) e Pí Igrejas. Assím, a formaçom ficará constituida.

Definem-se como «uma banda onde lutamos contra os abusos do poder» e demonstram-no ilustrando a capa do disco com uma Pedra Alta, a que fora o menir mais alto da Europa e que presidia a desaparecida Lagoa de Antela.

A Banda de Poi fala da sua música como «rock com guitarras muito pesadas, raiz com sanfonas e gaitas, e ata unha parte electrónica que nos conecta com a espiritualidade».

Outro dos aspectos que mais chamaram a atenção da imprensa é a decisão de empregarem a ortografia reintegracionista com o fim de «reivindicar a raiz, a consciência, a essência do nosso povo…mas dum jeito completamente fresco e inovador»

Lagoa de Antela
lagoadeantela.jpg
noutrora conhecida como Mar Interior da Galiza,convertida agora num deserto

 
DESCRIPÇOM


A Banda de Poi, é uma banda de piratas do século XXI que, sabedores do captivério ao que foram submetidos tanto a nivel interior como exterior, revóltam-se contra éste, acordando como único objectivo a conquista total da Liberdade.

“Eu sou o pirata, sou filho do sol…”

Quando falamos de piratas é porque entendemos ao pirata como uma persoage que vive afastada do Sistema por nom ter cabida dentro déle, bem por decisom própria ou alheia, sendo o Sistema quem trata de margina-lo e persegui-lo por medo ás súas accóms de sabotaje, foram estas de tipo económico, ideológico ou político.
A Banda de Poi em base a esta definiçom é por tanto uma banda de “Outsiders”, ou prófugos que combatem os “sistemas” coa música e coa palavra.


As artes mágicas do Inimigo som poderosas: “A Banda de Poi na Lagoa de Antela, noutrora conhecida como Mar Interior da Galiza, devido as dimensóms e a enorme riqueza das súas águas, convertida agora num deserto”.

Precisamente, porque esse inimigo está a acabar cós nossos mares, coa nossa terra, co nosso equilibrio ecológico, coa memoria histórica, coas sinais de entidade do nosso povo, coa economía, coa fala… A Banda de Poi, tém uma déveda coa “Mai”, que passa por ajudar á recuperaçom da memoria histórica tanto na Galiza como em Portugal, nom somentes a través da música, senom ussando foros de debate na rede, organizando eventos, falando coas pessoas, e resgatando uma linha de actuaçom intervencionista para os assuntos relacionados coa nossa Mai, costume que esmorecera em muitas bandas de Rock nos últimos anos.
A Banda de Poi também acredita na conexom “céltica” da Galiza e do norte de Portugal, cós povos e culturas irmáms do arco nor-atlántico; Irlanda, Escocia, Bretanha, Gales…e trabalha na procura dum maior grao de intercámbio, conhecemento e achegamento entre os Povos Celtas.


A Banda de Poi, é um colectivo artístico-musical formado por músicos galegos e portugueses que fundamenta a súa ideología nos seguintes pontos: O mundo exterior e o mundo interior.

1.-O mundo exterior:

A nossa Mai é a Terra, e nela achamos o nosso embigo, a nossa conexom có Universo. Na péle da nossa Mai achamos os Povos, e por tanto todos e cada um dos homes e mulheres pertencemos a um daqueles.

A Banda de Poi, está formada por homes que pertencen a um povo, dividido na actualidade devido ás arbitrariedades da História.
Um dos objectivos da Banda de Poi é unificar culturalmente ao Povo Galego-Portugués, e para isso expressa-se na língua galaico-portuguesa.
A Banda de Poi nom acredita nas fronteiras, criadas normalmente polos estados para satisfazer intereses económicos, geo-estratégicos, militares…
Toda a Humanidade é uma imensa “Irmandade” que está dividida por linhas artificiais impostas nos mapas que marcan o seu destino. A Banda de Poi acha necessária a desapariçom dos estados e a emancipaçom dos povos, para rematar co asobalhamento e a expoliaçom á que os povos som submetidos. Só assím este mundo “exterior” será máis justo e equilibrado.

Uma árbore sem raíz nom pode crescer, por isso na Banda de Poi estamos por recuperar essa raíz e fazela germinar, para sentirnos homes e mulheres dignos da nossa Mai, da nossa Terra.

A Banda de Poi, é uma aposta pacífica e solidária, criada por músicos das dúas beiras do Minho, para erguer ao Povo Galego-Portugués.

2.-O mundo interior:

“Nom teimes có futuro, nem có passado, o presente é a chave para nom ser escravo…”

A espiritualidade é um traço importante da pessoalidade do nosso povo. Os “Druidas”, foram os homes máis respeitados das diferentes tribos galaicas, a nossa relaçom co além, o culto a natureza, o animismo, os rituais pre-cristiáns, a cultura megalítica dos dolmens…todo na Galiza e no norte de Portugal está rodeado de magia e misticismo. O Priscilianismo no século IV conseguiu ligar e sintetizar toda esta cultura religiosa céltica e panteísta có cristianismo de forma magistral, resultando completamente liberadora para um povo que reconhecía naqueles ritos a súa esencia verdadeira.

A Banda de Poi, defende a espiritualidade como algo inherente ao home, e especialmente ao nosso povo, mas acredita numa nova forma de espiritualidade propria e máis bem baseada no Gnosticismo e nos postulados priscilianistas.

A sociedade occidental, o Sistema, “programa” aos indivíduos como “robots” desde a infáncia, fazéndo-os acreditar que quanto máis dinheiro ganhem máis felizes serám, assím também máis respeitados e considerados socialmente. Para esta sociedade “trunfar” significa en grande medida possuir bens materiais, dinheiro, poder político…

Pero, acumular objectos nom dá a felicidade, o materialismo nom cria génte feliz…
Acostumaram ás pessoas a ver para afora, para o exterior…mas nunca comprenderam que só no interior podemos achar as soluçoes aos nossos problemas, aos nossos enigmas…

A Banda de Poi, considera que a liberaçom passa por entender o que acontece no nosso interior e para isso precíssa-se auto-observaçom interior e viver de “instante em instante”. A Luita nom é somentes exterior, senom também interior.

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